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Todxs? Comigo não!

Todxs? Comigo não!

Nesses últimos tempos nós temos nos deparado com uma enxurrada de expressões na internet como “todes”, “menin@s”, “queridxs’’ etc. Trata-se da chamada “linguagem neutra” ou “não-binária”, que não é tão somente mais uma ferramenta de implantação da ideologia de gênero, ou seja, um conjunto de discursos ideológicos que querem diminuir o valor da família, dos costumes tradicionais e até mesmo cristãos.

Entre essas ideias, está o “não-binário”, pessoas e linguagens que não se identificam nem com o gênero masculino e nem com o feminino. Foi a partir daí que começaram a forçar a “neutralização” da palavra. Ao invés de falarem “Todos são bem-vindos”, querem que a gente fale “todes são bem-vindes”, ou seja, usando a língua portuguesa que aprendemos na escola de forma totalmente errada e prejudicial para o ensino.

Sabemos que a língua vive em constante transformação e vem sofrendo mudanças ao longo dos tempos. Por exemplo, a expressão “VOSSA MERCÊ” hoje é só “VOCÊ”. Essa evolução tem acontecido de forma natural, ao contrário dessa tal linguagem “não-binária” que é uma imposição, a qual estão tentando nos enfiar goela abaixo.

Preciso deixar claro que a língua portuguesa é feita de regras. E elas é que são cobradas nos vestibulares, no Enem, nos concursos públicos, no mercado de trabalho formal e em todos os documentos oficiais. O dialeto neutro é um desrespeito à língua portuguesa e pode levar a muitos prejuízos! Ele não possui nenhum embasamento científico ou linguístico.

Ainda tem outro fator muito grave. Essa implantação da linguagem neutra pode dificultar ainda mais a vida de muita gente, como os surdos, cegos ou os disléxicos, já que não existe adequação para esses públicos. Logo, a justificativa que essa é uma forma mais inclusiva de se expressar, na verdade, deixa muita gente de fora para atender apenas uma pequena parcela da sociedade.

Na Câmara dos Deputados já foram protocolados vários projetos de lei para que as escolas utilizem apenas a linguagem culta nas aulas, o assunto está sendo discutido na Comissão de Educação e eu votarei a favor quando chegar a hora. Como cidadão, pai de família e representante do povo, eu estou comprometido a fazer a minha parte contra a implantação da linguagem neutra e a favor da preservação da nossa língua portuguesa.

Heitor Freire, deputado federal.

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Um comentário

  1. A lingua portuguesa não é fixa, ela muda com o passar do tempo, e nós já temos palavras neutras, como “estudante” ou “pronome”. A lingua portuguesa de 1759 não é mais a mesma de 2021. O tempo muda, as coisas mudam

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