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Aborto, o Herodes de hoje

Aborto, o Herodes de hoje

Como todos sabem, sou cristão. E como bom evangélico, gosto de ler a Bíblia. Uma vez que estamos nos aproximando do Natal, peguei o texto de Mateus 2 para ler e meditar. Chamou a atenção o trecho conhecido por “a matança dos inocentes” onde Herodes manda matar todos os bebês do sexo masculino com menos de dois anos de idade na intenção de matar o Menino Jesus.

Desde o tempo de Jesus, as vidas dos bebês inocentes incomoda. Desde aquele tempo, os pequeninos que ainda não falam por si são perseguidos. Como pai de três crianças, isso mexe demais comigo. Um bebê indefeso ameaça um rei? Uma criança inocente ameaça sua mãe? Por que não é digno de viver? Por que não é digno de ser amado?

Nossa sociedade que se considera tão “evoluída” continua com pensamentos completamente retrógrados e cada vez mais egoístas, hedonistas, relativistas e, em consequência disto, segue extremamente infeliz. As pessoas vivem numa sede desenfreada de serem amadas, aceitas, preferidas, admiradas e esquecem de olhar para o outro e ter responsabilidade com suas ações.

Nesse sentido, o que acompanho hoje é quase uma histeria coletiva do pensamento de que se pode engravidar quantas vezes quiser (mesmo o governo distribuindo gratuitamente preservativos e contraceptivos) e simplesmente sair matando um filho após o outro enquanto não estiver “preparada” para ser mãe. E pior! Inúmeros famosos gritam “MEU CORPO, MINHAS REGRAS” e esquecem que aquele corpinho dentro do corpo de sua mãe não está sendo respeitado e está lhe sendo negado o direito fundamental de todos os homens e mulheres que é o direito à vida! Movimentos feministas gritam que a vida da mulher importa, mas defendem o assassinato de um bebê do sexo feminino dentro do útero de sua mãe.

O aborto, definitivamente, é o grande HERODES de hoje! Por isso, precisamos permanecer lutando. Precisamos dar voz a quem não tem e continuar militando em defesa da vida, pois se alguém não tivesse lutado por nós quando estávamos na barriga de nossas mães, talvez não estaríamos aqui.

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