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A verdade sobre os CAC’s

A verdade sobre os CAC’s

A verdade sobre os CACs

  Infelizmente o Brasil é um dos países mais violentos do mundo. Os índices de homicídio são comparados às guerras do Oriente Médio e o Estado sucumbiu aos narco-terroristas, que sitiaram nosso território e se infiltram nas instituições de tal forma que o Poder Público parece apenas assistir aos chamados “tribunais do crime”.

  Isso ajudou a espalhar para a sociedade a grande falácia que todo indivíduo que possui uma arma é bandido ou um destemperado que sai atirando nas pessoas. Argumento intensificado por reportagens tendenciosas mostrando supostos desvios de armas legais para uso das facções. Os chamados CACs – Colecionador, Atirador e Caçador, são pessoas como eu e você, dignas, que pagam impostos e que, independente da classe social, buscam no tiro um lazer e/ou esporte e a liberdade de defesa pessoal, familiar e patrimonial.

 Temos uma legislação extremamente rigorosa e precisamos cumprir dezenas de requisitos até o Exército Brasileiro expedir o registro. Além da fiscalização constante e o custo que envolve o tiro desportivo.  É um discurso leviano querer vincular o aumento da violência ao número de armas legais. Hoje passamos de meio milhão de armas registradas, com casos irrisórios de furto, frente à avalanche que entra ilegalmente no Brasil.  É um jeito irresponsável de transferir a culpa do Estado sobre a insegurança do país. Possuir arma não é crime nem risco à sociedade. Somos pessoas treinadas, capacitadas e seguimos a lei.

O porte de trânsito dos atiradores também não é novidade, está no Estatuto do Desarmamento desde 2003. Contudo, só agora houve a preocupação com a segurança dos atiradores durante o transporte desses equipamentos.

  O que eu peço é mais respeito ao falar dos CACs e mais cuidado dos veículos de comunicação ao tratar sobre armamento legal em suas reportagens. Busquem informações corretas antes de sair acusando os atiradores desportivos.

  Em qualquer área existirá bons e maus exemplos da conduta humana e, não será a proibição, o preconceito ou o “cancelamento” que trará uma solução justa para todos.

  É inaceitável jogar a responsabilidade pelo aumento dos crimes para nós. Equivale-se a culpar a vítima de um roubo de celular, por simplesmente ter um celular. A culpa não é da vítima, ainda que o objeto furtado seja uma arma.

 

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